sábado, 18 de agosto de 2012
Sou um viciado
Quero confessar a todos, desde a minha adolescência sou um viciado, não sei como isso aconteceu, mas..., peço perdão a todos que sempre acreditaram em mim, mas....E esse vicio é maior que eu. Tem mudado meu comportamento, e nos últimos tempos alguns já nem me reconhecem, por esse problema sou descriminado por muitos, mas eu ainda tenho a minha trupe, aliás, a única que me entende, mas são poucos. O vício faz assim com a gente, muda a nossa vida e nossa rota, mas peço a todos, "tenham paciência comigo" a cada dia me apresentam uma droga melhor que a outra, e já me sinto atolado até o pescoço. Do ponto que estou a única coisa que pode me salvar é a ignorância, talvez ela possa amenizar a dor que sinto cada vez que me entorpeço. Mas sei lá, não sei o que é melhor, não sei se consigo recuperar. Estou a beira do caos, tive uma overdose recentemente, me desculpem amigos.... Mas por favor, não me proíbam de freqüentar livrarias e bibliotecas.
Diego Fernando
sexta-feira, 11 de março de 2011
O verdadeiro sentido
Quem foi que nos apresentou esse tipo de deus, deus esse que mais nos confunde.
Quem foi esse miserável que nos ensinou a sentirmos culpados, e nos ofuscou o sentido da graça.
Quem são esses pra dizer que todos são iguais e nos incentivar a nos enchermos de preconceitos.
Quem nos ensinou a gostar do complicado e desdenhar do simples.
Quem nos convenceu de que não somos incoerentes e tenta nos provar que podemos ser perfeitos.
Há quanta falta de sentido existe no interior de cada um, quem nos dera ao menos por um pouco encontrar mais sentido, conseguir simplificar mais as coisas e fazer casa definitiva para a paz em algum cômodo de nossa alma.
Diego F B Campos
Quem foi que nos apresentou esse tipo de deus, deus esse que mais nos confunde.
Quem foi esse miserável que nos ensinou a sentirmos culpados, e nos ofuscou o sentido da graça.
Quem são esses pra dizer que todos são iguais e nos incentivar a nos enchermos de preconceitos.
Quem nos ensinou a gostar do complicado e desdenhar do simples.
Quem nos convenceu de que não somos incoerentes e tenta nos provar que podemos ser perfeitos.
Há quanta falta de sentido existe no interior de cada um, quem nos dera ao menos por um pouco encontrar mais sentido, conseguir simplificar mais as coisas e fazer casa definitiva para a paz em algum cômodo de nossa alma.
Diego F B Campos
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
ANSIEDADE
O MELHOR REMÉDIO PARA A ANSIEDADE É A SIMPLIFICAÇÃO DE NOSSO MODELO DE VIDA E PENSAMENTO DA MESMA, TALVEZ ANSIEDADE SEJA A ANTECIPAÇÃO DE ALGO QUE AINDA NÃO SE SABE NEM AO CERTO SE ACONTECERÁ, MAIS É AQUILO TAMBÉM QUE NOS MATA PAULATINAMENTE TIRANDO NOSSA SAÚDE SEM QUE PERCEBAMOS E CRIANDO EM NÓS CADA VEZ MAIS NECESSIDADE DE ESCONDE-LA COM OS MAIS SORRATEIROS VÍCIOS. O MELHOR REMÉDIO NÃO É AQUELE VENDIDO NAS FARMÁCIAS MAIS UM MERGULHO INTERIOR E MUITA HONESTIDADE CONSIGO MESMO, MAIS SE DE TUDO NÃO SE CONSEGUE, NADA COMO 10 MILIGRAMAS DE CITALOPRAM.
consulte seu médico
consulte seu médico
IDEAL OU REALIDADE
Será que existe uma maneira de não ser afetado pelo consumo inconsciente que a cada dia é tramado contra nós, as armadilhas estão aí, as desculpas de melhorias de vida são muitas. Mais até que ponto daremos conta de viver com essa desculpa. Na verdade o que será de fato melhoria de vida, já que os novos alimentos e as tecnologias mais nos prejudicam do que ajudam.
Até que ponto um carro zero e uma roupa de última moda tem haver com nossa felicidade ou satisfação, ao contrário, parece que quanto mais temos, mais precisamos. Até pouco tempo atrás não tínhamos celulares nem banda larga e nem por isso morríamos.
Será porque o outro tem eu também preciso ter, e quanta energia se gasta para se mostrar aquilo que não é, difícil é de explicar parte desses sentimentos porque eles já fazem parte de nossa cultura, mais o rompimento gradual com isso parece ser libertador.
Talvez a solução dessa tensão seja a simplificação de nosso modelo mental, julgando a todo instante o ideal do real e o necessário do supérfluo.
Até que ponto um carro zero e uma roupa de última moda tem haver com nossa felicidade ou satisfação, ao contrário, parece que quanto mais temos, mais precisamos. Até pouco tempo atrás não tínhamos celulares nem banda larga e nem por isso morríamos.
Será porque o outro tem eu também preciso ter, e quanta energia se gasta para se mostrar aquilo que não é, difícil é de explicar parte desses sentimentos porque eles já fazem parte de nossa cultura, mais o rompimento gradual com isso parece ser libertador.
Talvez a solução dessa tensão seja a simplificação de nosso modelo mental, julgando a todo instante o ideal do real e o necessário do supérfluo.
sábado, 1 de agosto de 2009
Négocio furado
Pelo contrário do que se dizem por aí, o evangelho virou um negócio furado sem um bom retorno, olha só:
- enquanto todo mundo diz que anda recebendo um tanto de coisa de Deus, Jesus te mandar dar, "é melhor dar do que receber"
- Muitos dizem: eu sou cabeça. A biblía diz: os humilhados serão exaltados.
- Alguns se acham super crentes, Paulo disse que quando ele estava fraco, aí é que ele estava forte.
- Sucesso, desconheço essa palavra escrita nos evangelhos.
- Vitória, prometida contra o pecado.
- Felicidade, está dentro de cada um que entende a sua realidade e é grato a Deus por ela. Vem sempre de dentro para fora.
E aí vai um recado para todos aqueles que querem se dar de bem em seguir o evangelho, o Apóstolo Paulo diz na sua carta para Timóteo: A piedade não é fonte de lucro, tendo com que vestir e comer estejais satisfeitos.
- enquanto todo mundo diz que anda recebendo um tanto de coisa de Deus, Jesus te mandar dar, "é melhor dar do que receber"
- Muitos dizem: eu sou cabeça. A biblía diz: os humilhados serão exaltados.
- Alguns se acham super crentes, Paulo disse que quando ele estava fraco, aí é que ele estava forte.
- Sucesso, desconheço essa palavra escrita nos evangelhos.
- Vitória, prometida contra o pecado.
- Felicidade, está dentro de cada um que entende a sua realidade e é grato a Deus por ela. Vem sempre de dentro para fora.
E aí vai um recado para todos aqueles que querem se dar de bem em seguir o evangelho, o Apóstolo Paulo diz na sua carta para Timóteo: A piedade não é fonte de lucro, tendo com que vestir e comer estejais satisfeitos.
sábado, 25 de abril de 2009
Vinte anos é uma bela idade, mas tem o inconveniente de não se dar a conhecer senão depois que a perdemos. Para quem chega aos cinquenta, não há tempo mais doce; quando se tem vinte anos, é um inferno.
A alma não se encontrou ainda, mas julga haver-se reconhecido. Tudo é triste e velho, não há esperança nem ingenuidade.
É impossível ser otimista quando ainda não houve sofrimento nem foi avaliado o preço da vida. A mocidade nutre-se de equívocos, e as vezes chega a morrer deles...
Carlos Drummond de Andrade em homenagem a Fagundes Varela, em Poesia e Prosa, Editora Nova Aguilar, p.1316.
A alma não se encontrou ainda, mas julga haver-se reconhecido. Tudo é triste e velho, não há esperança nem ingenuidade.
É impossível ser otimista quando ainda não houve sofrimento nem foi avaliado o preço da vida. A mocidade nutre-se de equívocos, e as vezes chega a morrer deles...
Carlos Drummond de Andrade em homenagem a Fagundes Varela, em Poesia e Prosa, Editora Nova Aguilar, p.1316.
Vinte anos é uma bela idade, mas tem o inconveniente de não se dar a conhecer senão depois que a perdemos. Para quem chega aos cinquenta, não há tempo mais doce; quando se tem vinte anos, é um inferno.
A alma não se encontrou ainda, mas julga haver-se reconhecido. Tudo é triste e velho, não há esperança nem ingenuidade.
É impossível ser otimista quando ainda não houve sofrimento nem foi avaliado o preço da vida. A mocidade nutre-se de equívocos, e as vezes chega a morrer deles...
Carlos Drummond de Andrade em homenagem a Fagundes Varela, em Poesia e Prosa, Editora Nova Aguilar, p.1316.
A alma não se encontrou ainda, mas julga haver-se reconhecido. Tudo é triste e velho, não há esperança nem ingenuidade.
É impossível ser otimista quando ainda não houve sofrimento nem foi avaliado o preço da vida. A mocidade nutre-se de equívocos, e as vezes chega a morrer deles...
Carlos Drummond de Andrade em homenagem a Fagundes Varela, em Poesia e Prosa, Editora Nova Aguilar, p.1316.
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